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Fluxograma de classificação do material biológico para o transporte
18/08/2026
Fluxograma com perguntas sequenciais para classificar materiais ou substâncias para transporte,indicando diferentes encaminhamentos conforme as respostas “sim” ou “não”. No lado esquerdo da imagem,há três caixas azuis com perguntas. A primeira pergunta é: “O material ou substância é um dos seguintes?”. Em seguida,aparecem os itens: “Estéril (livre de agentes biológicos)”,“Neutralizado/inativado”,“Amostras ambientais (por exemplo,alimentos ou água)”,“Produto para transplante/transfusão”,“Mancha de sangue seco” e “Produto biológico regulamentado”. A resposta “SIM” direciona para “Isenções”,com a explicação: “O material/substância não está sujeito a nenhuma regulamentação de transporte (a menos que seja transportado juntamente com outras mercadorias perigosas).” A resposta “NÃO” leva à segunda caixa,com a pergunta: “O material/substância contém ou pode presumivelmente conter um agente biológico capaz de causar deficiência grave ou doença fatal ou com risco de vida em humanos ou animais expostos?”. A resposta “SIM” direciona para “Substância infecciosa de categoria A”,com os exemplos: “UN2814 - Substância infecciosa que afeta humanos” e “UN2900 - Substância infecciosa que afeta apenas animais”. A resposta “NÃO” leva à terceira caixa,com a pergunta: “O material/substância tem apenas uma probabilidade mínima de que agentes biológicos estejam presentes nele ou contém agentes biológicos que provavelmente não causam doenças em humanos/animais expostos?”. A resposta “SIM” direciona para “Amostra humana/animal isenta”,com a orientação: “Aplicar o sistema básico de embalagem tripla”. Também aparece o exemplo: “UN3245 - Microrganismos geneticamente modificados ou organismos geneticamente modificados”. A resposta “NÃO” direciona para “Substância infecciosa da categoria B”,com os exemplos: “UN3373 - Substância biológica da categoria B” e “UN3291 - Resíduos biomédicos,não especificados de outra forma OU resíduos clínicos,não especificados,não especificados de outra forma OU resíduos médicos,não especificados de outra forma OU resíduos médicos regulamentados,não especificados de outra forma”. Fonte: OPAS,2021.
Maruim e a Febre Oropouche
26/06/2026
A revista faz parte da Coleção José Jurberg : Ciência e Saúde em Quadrinhos. O volume aborda o mosquito Maruim,vetor da Febre Oropouche. O maruim (também chamado de mosquito-pólvora,borrachudo pequeno) é um tipo de mosquito muito pequeno que pica e suga sangue
Introducción a la metodología de la investigación social en salud
10/06/2026
Videolección del Proyecto de Apoyo a la Formación en Investigación Aplicada en Salud Pública/Salud Colectiva,con el profesor Willer Baumgarten Marcondes ofrecido por la Vicedirección de Investigación e Innovación (VDPI),a través del Programa de Promoción del Desarrollo Científico y Tecnológico,en colaboración con la Escuela Politécnica de Salud Joaquim Venâncio (EPSJV) – Módulo ''Proyecto de Investigación Científica''.
Alimentos ultraprocessados: o que são e quais os riscos à saúde?
12/03/2026
Vídeo sobre alimentos ultraprocessados. Inicia com uma família consumindo fast food. Em seguida,surgem ícones de produtos industrializados e cenas de produção industrial com as palavras ‘aditivos’ e ‘sintéticos’ na tela. Setas ligam os ultraprocessados à obesidade,ao diabetes,às doenças cardíacas,ao colesterol,a alguns tipos de câncer e à hipertensão. Surge o texto: ‘Confira os rótulos’,com comparação de lista extensa de ingredientes marcada com ‘X’ e lista curta marcada com ‘check’. O vídeo apresenta ícones de alimentos naturais e minimamente processados e,ao final,uma refeição à mesa com esses alimentos. Encerra com acesso ao site do Ministério da Saúde e referência ao Guia Alimentar para a População Brasileira.
Atribuições do oficial de biossegurança
31/08/2026
Infográfico sobre as principais atribuições do oficial de biossegurança,organizado em dez segmentos com ícones e textos. 1. Promover o desenvolvimento contínuo da equipe e a criação da cultura de biossegurança; 2. Assegurar que as barreiras de contenção primária e secundária estejam sempre operacionais; 3. Interpretar e implementar regulamentações nacionais e internacionais,garantindo a conformidade regulatória; 4. Elaborar e atualizar análises de risco específicas para diferentes operações,patógenos e experimentos; 5. Realizar inspeções e auditorias periódicas para identificar falhas ou desvios de segurança; 6. Investigar incidentes e elaborar planos de contingência; 7. Oferecer consultoria técnica sobre tecnologias e procedimentos que impactam a biossegurança; 8. Estabelecer canais de comunicação entre equipes laboratoriais e áreas de manutenção e operação; 9. Desenvolver,juntamente com a equipe científica e a comissão de biossegurança,um Programa de Biossegurança — que deve apresentar as diretrizes para a produção de POPs,manual de biossegurança,planos de comunicação etc.; 10. Capacitar e acompanhar o desenvolvimento das equipes laboratoriais em práticas seguras,incluindo a manutenção de instalações e equipamentos
Requisitos estruturais em NB-3
31/08/2026
Infográfico sobre requisitos estruturais em NB-3,organizado em três grupos: 1. Contenção Física: Separação física da área laboratorial por,no mínimo,duas portas consecutivas com fechamento automático; Penetrações seladas; A inclusão de janelas deve passar por avaliação de risco criteriosa. Quando incorporadas ao projeto,elas devem ser seladas,totalmente soldadas e devem prever envidraçamento apropriado. Os peitoris devem ser inclinados para facilitar a limpeza; Superfícies descontamináveis. 2. Equipamentos de Segurança: Cabine de segurança biológica para todos os procedimentos com agentes biológicos; Centrífugas com rotores selados ou operadas em cabines de segurança biológica; Autoclave disponível,preferencialmente no laboratório e de barreira,para tratamento dos resíduos antes do descarte; Pias com acionamento seguro sem as mãos,localizadas próximo à saída; Posicionamento estratégico dos equipamentos,a fim de minimizar os riscos durante as manipulações. 3. Controle de Acesso e Fluxo: Portas com travas para controle de acesso. O sentido de abertura deve ser definido em conjunto com o Corpo de Bombeiros e deve ser assegurada a operação adequada,sem força excessiva ao puxar ou pressão de fechamento; Área para paramentação e armazenamento de suprimentos; A ducha de saída não é obrigatória,mas sua necessidade deve ser determinada com base na avaliação de risco. Quando requerida,deve ser considerada chuveiro de passagem,permitindo trânsito em sentido único. Roupas sujas e/ou EPIs contaminados não devem contaminar a área limpa. Fonte: NIH,2024
Simulações de emergências em laboratório
31/08/2026
Conjunto de quatro situações de emergência em laboratório: derramamento de material contaminado,exposição acidental de trabalhador a agente biológico,falha de energia ou ventilação e evacuação emergencial do laboratório
Profissionais em treinamento para trabalho em NB-3
31/08/2026
Montagem de quatro fotografias identificadas pelas letras A,B,C e D,mostrando atividades de treinamento em ambiente laboratorial,com uso de equipamentos de proteção em parte das cenas. Fonte: divulgação CNPEM,2024. A,B,C e D: participantes do Programa de Treinamento em Alta Contenção Biológica do CNPEM realizam atividades práticas com EPIs reais e materiais que simulam amostras biológicas

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