Para além de um repositório!

Sobre Instituto Oswaldo Cruz

Criado em 31/12/1899

Rio de Janeiro - RJ - BR

Criado em 1900 como uma iniciativa pioneira no país, em seus 118 anos de existência o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) diversificou suas ações e hoje constitui um complexo que gera conhecimento, produtos e serviços na área biomédica para atender as necessidades da saúde da população brasileira.

O IOC atua nas áreas de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação e na prestação de serviços de referência para diagnóstico de doenças infecciosas e genéticas e controle de vetores, amparado pela ação de comissões internas responsáveis por garantir os padrões de biossegurança, de qualidade e de gestão ambiental. O IOC também mantém coleções biológicas de importância nacional e internacional e forma cientistas e técnicos através da atuação na educação profissional e de pós-graduação.

A base de ação do Instituto são seus 72 laboratórios de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, dedicados ao estudo e à geração de produtos e insumos para diversas doenças. A interface mais direta do IOC junto ao Sistema Único de Saúde (SUS) consiste na prestação de serviços de referência de âmbito regional, nacional e internacional. A interface com a população se dá através da assistência médica de referência em hanseníase e hepatites, da capacitação profissional oferecida nas diversas modalidades de cursos e da atualização constante de seu sítio na internet.

Acesse o site oficial: http://www.fiocruz.br/ioc


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17/03/2022
Esquema representativo do ciclo de infecção de arbovírus no Aedes aegypti
Esquema representativo do ciclo de infecção de arbovírus no Aedes aegypti O texto e imagem descrevem de maneira didática o ciclo de infecção de arbovírus em Aedes aegypti, desde o momento da picada em que há contato com o repasto infectante, até a capacidade de transmissão do vírus pelo mosquito para outros hospedeiros. Faça download do arquivo para ler com mais detalhes! Figura 1: Ciclo de infecção do vírus da Dengue no Aedes aegypti. 1- A fêmea de Ae. Aegypti pica um indivíduo na fase aguda da doença (cerca de 4 a 5 dias após a picada). 2- O sangue infectado chega ao intestino médio e o vírus consegue ultrapassar as barreiras de defesa do mosquito, penetrando nas células epiteliais e se multiplicando. Fatores que bloqueiam esses dois eventos constituem uma barreira de infecção no intestino médio; Barreira MIB. 3- O vírus se liga a uma proteína receptora e infecta o epitélio intestinal. Ocorre então o brotamento viral das células epiteliais do intestino médio, que ultrapassa a lâmina. Seguidamente, ocorre a passagem direta para a hemocele, onde ele se multiplica e infecta tecidos vizinhos. Fatores que bloqueiam estes eventos impedem a disseminação da infecção nos tecidos, atuando como uma barreira de escape do intestino médio; Barreira MEB. 4- O vírus atinge o sistema circulatório do inseto e consegue viajar até as glândulas salivares. Fatores que impedem a infecção constituem a barreira de infecção da glândula salivar (SGIB) 5- O vírus é disseminado para os ovários da fêmea do mosquito e, em alguns casos, pode ocorrer a transmissão vertical. 6- O vírus dissemina-se para o sistema nervoso do mosquito. 7- Após alcançar as glândulas salivares, ocorre a infecção do tecido. Fatores que impedem essa secreção constituem a barreira de escape da glândula salivar (SGEB). O vírus se multiplica novamente para então invadir o lúmen da glândula salivar e, então, ocorre a transmissão final através da picada (período 8 a 12 dias). Fatores que impedem esta etapa constituem a barreira de transmissão (TB).