Para além de um repositório!

Sobre Presidência Fiocruz

Criado em 31/12/1899

Rio de Janeiro - RJ - BR

É uma satisfação recebê-lo(a) no Portal Fiocruz, espaço que se destina a ser a porta de entrada digital para a Fundação. Aqui se encontram informações que refletem a pluralidade que constitui esta instituição, voltada para a pesquisa básica e aplicada, a ciência, o desenvolvimento tecnológico, o ensino, a formação de recursos humanos, a assistência e a produção de vacinas e medicamentos que beneficiam a população brasileira e fortalecem o Sistema Único de Saúde. Assim tem agido a Fiocruz desde a fundação do Instituto Soroterápico Federal, que lhe deu origem, em 25 de maio de 1900. Assim tem agido a Fundação desde os tempos de Oswaldo Cruz, Carlos Chagas e tantos outros homens e mulheres notáveis que passaram por Manguinhos ao longo das décadas.

Primeira mulher à frente da Fiocruz, eleita em novembro de 2016, assumi a presidência em janeiro de 2017, para um mandato de quatro anos, com dez compromissos centrais: defender o direito universal à saúde: compromisso com o SUS; promover a ciência, a tecnologia e a inovação em benefício da sociedade; valorizar os trabalhadores e promover relações de trabalho inclusivas e com respeito à diversidade; promover a qualidade e a integração na atenção, na vigilância e na promoção à saúde; fortalecer a saúde na agenda ambiental e do desenvolvimento sustentável; promover educação e divulgação cientifica para a ciência, a saúde e a cidadania; promover a informação e a comunicação como fatores estratégicos do desenvolvimento institucional e como direitos da sociedade; orientar a cooperação internacional para o fortalecimento de sistemas universais de saúde e o desenvolvimento científico e tecnológico; realizar uma gestão democrática comprometida com o papel de instituição pública estratégica de Estado; e contribuir para a construção da Fiocruz do Futuro.

A Fiocruz, pela dedicação e empenho de seus trabalhadores, funcionários públicos brasileiros, é reconhecida internacionalmente pela excelência de sua atuação e pela eficiência com que dá respostas às demandas nacionais. Ao lado de instituições parceiras, brasileiras e estrangeiras, a Fundação se consolida a cada dia mais como instituição estratégica do Estado na saúde e na C&T&I.

Aqui, neste Portal, o(a) visitante poderá conhecer mais sobre nossa história, nossos projetos e nosso trabalho. Seja bem-vindo(a).

Um abraço em nome de todos os trabalhadores e boa navegação.

Nísia Trindade Lima

Presidente da Fundação Oswaldo Cruz

Acesse o site oficial: https://portal.fiocruz.br/presidencia


Recursos da Comunidade
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10/09/2026
Extensão global de doenças infecciosas emergentes e reemergentes
Extensão global de doenças infecciosas emergentes e reemergentes Mapa-múndi com marcações e linhas que indicam doenças infecciosas com três categorias: “Recém-emergentes”,representadas em rosa “Reemergentes / em ressurgimento”,representadas em azul “Deliberadamente emergentes”,representadas em roxo As doenças e agentes aparecem distribuídos pelo mapa por meio de pontos coloridos e linhas que conectam os nomes às regiões correspondentes América do Norte - Recém-emergentes: Criptosporidiose; Vírus Heartland; Enterovírus D68; Influenza H3N2v; Hepatite C; E. coli O157:H7; Influenza H1N1 de 2009; Síndrome pulmonar por hantavírus; Vírus Bourbon; Ciclosporíase. Reemergentes / em ressurgimento: Ameaças de resistência a antimicrobianos,incluindo CRE,C. difficile,MRSA e N. gonorrhoeae; Varíola dos macacos em humanos; Sarampo; Adenovírus 14; Listeriose; Mielite flácida aguda; Vírus Powassan; Tuberculose MDR/XDR; Doença de Lyme; Vírus do Nilo Ocidental; Dengue. Deliberadamente emergentes: Bioterrorismo com antraz. América Central eemergentes / em ressurgimento: Vírus Zika; Chikungunya. América do Sul - Recém-emergentes: Síndrome pulmonar por hantavírus. Reemergentes / em ressurgimento: Cólera; Vírus Zika; Chikungunya; Malária resistente a medicamentos; Febre amarela; Dengue. Europa - Recém-emergentes: Criptosporidiose; E. coli O104:H4. Reemergentes / em ressurgimento: Tuberculose MDR/XDR. África - Recém-emergentes: Hepatite C; HIV; Varíola dos macacos em humanos; Vírus Ebola; Vírus Zika Reemergentes / em ressurgimento: Malária resistente a medicamentos; Febre amarela; Cólera; Peste; Tripanossomíase humana africana; Febre do Vale do Rift; Tuberculose MDR/XDR; Vírus Marburg; Ebola; Febre de Lassa. Ásia Recém-emergentes: Vírus Akhmeta; MERS-CoV; Doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19); Influenza H5N6; Bunyavírus SFTSV; Influenza H10N8; E. coli O157:H7; Influenza H7N9; Influenza H5N1; SARS; Vírus Nipah. Reemergentes / em ressurgimento: Difteria; Vírus Nipah; Febre tifoide; Tuberculose MDR/XDR; Cólera; Enterovírus 71; Malária resistente a medicamentos Oceania Recém-emergentes: Vírus Hendra. Fonte: Morens e Fauci,2020
10/09/2026
Transmissão oculta de casos de covid-19 no Brasil
Transmissão oculta de casos de covid-19 no Brasil Infográfico sobre a transmissão oculta de casos de covid-19 no início da pandemia no Brasil,com etapas de importação,transmissão oculta,detecção tardia,consequências e linha do tempo. A imagem apresenta o título “Transmissão oculta de casos de covid-19 no início da pandemia — Brasil,2020” Abaixo do título,aparece o texto: “Antes da detecção dos primeiros casos,o SARS-CoV-2 já circulava silenciosamente,por meio de pessoas infectadas assintomáticas ou com sintomas leves” Introdução do vírus O card informa: “Casos importados chegam ao Brasil por viajantes internacionais” Transmissão oculta O card informa: “Indivíduos infectados,com sintomas leves ou assintomáticos,circulam na comunidade sem saber que estão transmitindo o vírus.” Também aparecem as indicações: “Assintomáticos ou paucissintomáticos”; “Atividades sociais,trabalho,transporte e eventos”; “Sem medidas de prevenção amplamente adotadas” Detecção tardia O card informa: “Os primeiros casos confirmados só são identificados semanas depois,quando o vírus já se espalhou em diferentes regiões.” Na parte inferior,aparece: “Março 2020 — primeiros casos confirmados no Brasil (26/02 a 12/03/2020)” Consequências “Disseminação comunitária ampla e rápida”; “Aumento acelerado de casos e sobrecarga do sistema de saúde”; “Mais óbitos que poderiam ter sido evitados”; “Desafio para rastreamento e contenção” Linha do tempo da transmissão oculta A linha do tempo apresenta o eixo vertical “Número de casos” e o eixo horizontal “Tempo” As etapas indicadas são: “Importação — casos isolados” em “Jan - Fev/2020”; “Transmissão oculta — circulação silenciosa na comunidade” em “Fev - Mar/2020”; “Detecção tardia — primeiros casos confirmados” em “Mar/2020”; “Disseminação comunitária — aumento rápido de casos” em “Abr - Mai/2020”