Álcool e tabaco na fronteira: políticas públicas e educação em saúde
Objetivo de aprendizagem:Analisar o papel das políticas públicas e das ações de educação em saúde no enfrentamento do álcool e do tabaco em regiões de fronteira, reconhecendo os desafios da fiscalização de produtos ilegais e a importância de criar ambientes coletivos protegidos do consumo dessas substâncias
Contexto Educacional:Ilustração desenvolvida para o curso Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e o desafio da vigilância em saúde nas regiões fronteiriças, Módulo 2 – Aula 2
Público Alvo:Profissionais de saúde e demais interessados
Ilustração em estilo cartunesco de um homem branco, de cabelo e barba castanhos, sentado em uma cadeira em área externa com vegetação ao fundo. Ele veste camisa polo azul e colete azul-ciano com o símbolo do SUS, além de crachá pendurado no pescoço. O homem fala para um grupo de pessoas à sua frente, composto por homens e mulheres negros de diferentes idades, que aparecem de costas ou de perfil. O personagem fala em dois balões brancos. O primeiro diz: “Pessoal, é importante entender que nossa região enfrenta desafios especiais por ser uma área de fronteira. Sabemos que aqui chegam muitos produtos ilegais, como álcool e tabaco, com preços baixos, mas que podem ser muito perigosos para nossa saúde. Precisamos estar atentos e exigir medidas de controle mais rigorosas. O álcool e o tabaco são fatores de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis, como problemas cardiovasculares, respiratórios e vários tipos de câncer. Na verdade, 68% do território brasileiro, incluindo nossa cidade, faz fronteira com outros países, tornando a fiscalização desses produtos um desafio ainda maior”. O segundo balão diz: “Para reduzir esses riscos, precisamos investir em ações educativas constantes. É essencial informar todos sobre os perigos reais do tabaco e do álcool, especialmente os jovens, que muitas vezes começam a consumir cedo, sem conhecer as consequências a longo prazo. Quero destacar também a importância de políticas públicas que criem ambientes livres de tabaco e álcool. Isso inclui não só bares e restaurantes, mas também parques, escolas e espaços públicos onde convivemos diariamente. Essas ações protegem a saúde coletiva, principalmente contra o tabagismo passivo”
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