Mortalidade prematura por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT)
Objetivo de aprendizagem:Analisar as tendências regionais de mortalidade prematura por DCNT no Brasil entre 2000 e 2018, reconhecendo diferenças entre as regiões
Contexto Educacional:Gráfico desenvolvido para o curso Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e o desafio da vigilância em saúde nas regiões fronteiriças, Módulo 1 – Aula 1
Público Alvo:Profissionais de saúde e demais interessados
O Gráfico, em formato de linhas, intitulado “Mortalidade prematura por DCNT segundo Regiões” (Fonte: Brasil, 2000–2018), apresenta a variação das taxas entre as diferentes regiões do país ao longo do período analisado. No eixo horizontal, está o período de 2000 a 2018; no eixo vertical, a taxa de mortalidade padronizada por 100 mil habitantes, variando de 0 a 450. Em 2000, a maior taxa era registrada no Sul (433,2), seguida pelo Sudeste (411,8), Centro-Oeste (360), Nordeste (251,1) e Norte (236,3). Em 2018, as taxas reduziram consideravelmente no Sudeste (284,6), Sul (280,3) e Centro-Oeste (271,3). Já no Norte e no Nordeste, que apresentavam os menores índices em 2000, houve aumento ao longo do período, alcançando 255,7 no Norte e 274,4 no Nordeste
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