Panorama epidemiológico das Doenças Cardiovasculares
Objetivo de aprendizagem:Analisar dados epidemiológicos sobre doenças cardiovasculares, considerando diferenças por sexo, idade e contexto populacional
Contexto Educacional:Ilustração desenvolvida para o curso Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e o desafio da vigilância em saúde nas regiões fronteiriças, Módulo 1 – Aula 2
Público Alvo:Profissionais de saúde e demais interessados
Ilustração em estilo cartunesco de uma mulher negra, com cabelo curto, crespo e castanho-escuro, usando camisa social laranja e crachá azul, sentada à mesa de uma sala. À sua frente, há folhas de relatórios, um teclado e um monitor de computador. Atrás dela, vê-se uma parede azul-clara com um quadro de gráficos e mapas. No primeiro balão de fala, lê-se: “Veja isso: os dados da OMS indicam que as DCV são responsáveis por 17,9 milhões de mortes por ano — 32% de todas as mortes no mundo. No Brasil, elas eram a principal causa de morte até 2019, sendo a DAC a número 1 entre os homens e o AVC a mais frequente entre as mulheres. Com a pandemia de COVID-19, as doenças infecciosas ultrapassaram temporariamente esse posto, mas as DCV continuam representando 21% de todas as mortes no País”. No segundo balão, lê-se: “A prevalência de doenças cardiovasculares aumenta com a idade. No entanto, é importante observar que mulheres entre 5 e 44 anos apresentam uma maior prevalência de DCV do que os homens da mesma faixa. A partir dos 44 anos, esse cenário se inverte, com destaque para o grupo de homens entre 60 e 69 anos, quando a taxa dispara”
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